#84 Podcast D30 – Como preparar suas partidas

Preparar uma partida de RPG significa se organizar antecipadamente com todo tipo de material que seja útil para realizar seu jogo. Você tem de ter em mente que esse conteúdo pode ser imprescindível para uma boa partida, mas não quer dizer apenas ter pilhas de livros, dados de todos os formatos e props maneiros.

É importante ter se planejado de antemão, com muita leitura principalmente. Mas outros pontos contam muito nesse quesito, como experiência e habilidade de improviso. Afinal, não tem nada mais chato do que chegar na mesa e o mestre (narrador ou como preferirem ser chamados) parar a todo momento para consultar algo ou ficar perdido durante o jogo. 

Então, para passar um pouquinho da experiência que temos, sentamos para bater um papo e falar das principais formas de organização e métodos que usamos para preparar nossas partidas de RPG. Por isso, juntem-se ao Gene Cavalcante, Marcello Larcher e eu – Janary Damacena, para ouvir sobre tudo isso. Se tiver outras dicas ou discordar de algo, entre em contato com a gente e vamos papear!!

 

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Sobre Janary Damacena

Janary Damacena escreveu 124 posts neste blog.

Sempre interessado em narrações fantásticas e de horror, apreciador de boa interpretação e defensor da regra de ouro.

Comments

  1. Maravilhosos podcast, realmente a carga do mestre ajuda muito. Quando joguei a aventura que o ?Janary? citou, das minas de prata e ele me mostrou uma imagem do documento, eu fiquei louco de animação. Quando eu era mais novo, eu joguei com um mestre que era bem entusiasta, então quando ele preparou uma aventura que seria relacionada a uma escalada, ele foi para aqueles locais aqui no DF que o pessoal faz trilha e escalada e fez, para conseguir fazer uma relação mais realista disso, assim caso os jogadores fossem os e fizessem, não iriam olhar para aventura e dizer “mé no RPG nem é assim”. Eu nunca fiz para tirar a prova, mas acredito que é uma experiência bacana para trazer para a mesa. Quando joguei com o Larcher essa aventura de DnD era prazeroso ver o conhecimento que ele trazia daquele cenário, tanto que eu sempre falo, comecei com um meio-orc bardo de zoeira e com o tempo ele virou um meio-orc que tinha uma carga emocional que motivava ele a seguir nas aventuras. Eu sentei e fui atrás do material sobre orcs, fui ver quem era Olboud, junto com o Larcher trabalhei toda a linhagem dele. E foi porque o preparo do mestre me incentivou a me preparar também. Quando joguei com o Caio Capella, da GPT, tanto Call of Cthulhu quanto Hunter Hunted, foi a mesma coisa, ele procurou cada detalhe para enriquecer a aventura que eu me sentia cada vez mais entusiasmado para aprender mais sobre aquilo e agregar.
    Por fim chorei lembrando da cena final da aventura do Janary, que nos estavamos cercados por inimigos, a personagem do Alface? falou que iria ficar para segurar, meu personagem falou que ficaria junto. E enquanto os outros fugiam, o ?Volnei Freitas? atirou para trás dando um tiro de misericórdia nos nossos personagens. Foi lindo demais.

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